Sobre o GOCE


O GOCE - Grande Oriente do Ceará - foi fundado em 02 de junho de 1973, em Sessão das Lojas Maçônicas do Estado do Ceará, a época federadas ao Grande Oriente do Brasil, que por unanimidade votaram a e aprovaram a fundação desta Obediência Maçônica, que passou a integrar o COLÉGIO DE GRÃO-MESTRES DA MAÇONARIA BRASILEIRA, hoje com a denominação de COMAB - Confederação Maçônica do Brasil.Em 1977, o GOCE passou a ser denominado de Grande Oriente INDEPENDENTE do Ceará (registro em 03/01/1978), dez anos depois (em 1988) passou a denominação de: Grande Oriente CONFEDERADO do Ceará, quando foi assinado tratado de unificação com a sublime Grande Loja Maçônica do Estado do CearáNo entanto algumas Lojas Maçônicas não aderiram ao TRATADO DE UNIFICAÇÃO e contestaram pelo direito de dar continuidade aos trabalhos junto a COMAB, de modo que em 20 de agosto de 1990 foi aprovada em Assembléia Constituinte a nova Constituição desta Potência Maçônica, oportunidade em que voltou a usar a nomenclatura de sua origem, simplesmente: GOCE, ou melhor, GRANDE ORIENTE DO CEARÁ, estatuto publicado no Diário Oficial do Estado do Ceará em 05 de maio de 1992, registrado na delegacia da Receita Federal com CNPJ 41.411.059-0001-50, o qual se encontra registrado em Cartório de Títulos e Documentos na data de 22 de maio de 1992.Em 1993 foi assinado o convênio de Reconhecimento e Amizade com o Supremo Conselho do REAA do Rio Grande do Sul, como medida de regularização dos Graus filosóficos. Atualmente o GOCE mantém tratado com o Supremo Conselho dos Graus 4 a 33 do Estado do Ceará, o qual funciona em toda sua plenitude. O Grande Oriente do Ceará mantém tratado de amizade e mútuo reconhecimento com várias potências estrangeiras, como: GRANDE LOJA DA FRANÇA, GRANDE LOJA DA BELGICA, GRANDE ORIENTE LUSITANO, GRANDE ORIENTE DA FRANÇA, GRANDE ORIENTE DA ESPANHA e com todos os países da língua portuguesa.O Grande Oriente do Ceará tem um papel importante na formação da Confederação Maçônica do Brasil - COMAB - pois foi signatário da proclamação de 27 de maio de 1973, através de seu Grão-Mestre de então OSMAR MAIA DIOGENES, que foi o segundo presidente do Colégio de Grão-Mestres da Maçonaria Brasileira, como sucessor de ATHOS VIEIRA DE ANDRADE, seu fundador.

O Grande Oriente do ceará tem atualmente no seu comando o Soberano Grão-Mestre JOSÉ ALVES DO NASCIMENTO, eleito por unanimidade para um mandato compreendido de 2017 a 2020, o qual em observância a Constituição, ao Regulamento geral da Ordem e a Doutrina Básica da Maçonaria Universal com dispositivos e princípios que permitem o conhecimento da Filosofia, da pratica doutrinária e da execução de uma LITURGIA SIMBÓLICA coerente com práxis genuinamente dentro da trilogia: Liberdade, Igualdade e Fraternidade da Maçonaria contemporânea; confirma a UNIÃO das três Obediências Maçônicas no Estado do Ceará, com respeito, amizade e compromisso com o ideal da Sublime Ordem.
', '"A Ordem Maçônica é uma associação de homens esclarecidos e virtuosos, que se consideram Irmãos entre si e cujo fim é viver em perfeita igualdade, intimamente ligados por laços de reciproca estima, confiança e amizade, estimulando-se uns aos outros na prática da virtude"."É um sistema de Moral, velado por alegorias e ilustrado por Símbolos." Embora imperfeitas, essas definições são suficientes para nos convencer de que a Ordem Maçônica foi e deve continuar a ser a UNIÃO CONSCIENTE de homens inteligentes, virtuosos, desinteressados, generosos e devotados; Irmãos livres e iguais ligados por deveres de fraternidade que concorrem, pelo exemplo e pela prática da virtude, para esclarecer os homens e prepará-los para a emancipação progressiva e pacífica da humanidade. É, pois, um sistema e uma escola, não só de moral como também de filosofia social e espiritual, revelados por alegorias e ensinados por Símbolos, guiando seus adeptos para a prática e para o aperfeiçoamento dos seus mais elevados deveres.Praticando o bem sobre o plano social e moral, a Maçonaria reúne todos os homens, como Irmãos, sem deles indagar a crença religiosa ou política.Por isso e para evitar o desvirtuamento de seus nobres e sublimes fins, a Maçonaria exige que sejam Iniciados em seus Mistérios somente aqueles que, crendo na existência de Deus e em sua vontade revelada, bem compreendam os deveres sociais e, alheios a vaidades e inclinações contrárias aos rígidos princípios de moralidade, busquem-na, inspirados em elevados sentimentos de Amor Fraternal.A Maçonaria é, portanto, o progresso contínuo, por ensinamentos em uma série de Graus visando, por promoções sucessivas, incutir no íntimo dos homens a LUZ ESPIRITUAL e DIVINA que, afugentando os baixos sentimentos de materialidade, de sensualidade e de mundanismo e, invocando, sempre, o Grande Arquiteto do Universo, que é DEUS, os torne dignos de si mesmos, da família, da pátria e da humanidade..SEUS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS SÃO:
1 - A Maçonaria proclama, como sempre proclamou, deste sua origem, a existencia de um Princípio Criador, sob a denominação de Grande Arquiteto do Universo.

2 - A Maçonaria não impõe nenhum limite à livre investigação da Verdade e, para garantir a todos essa liberdade, exige de todos a maior tolerância.

3 - A Maçonaria é, portanto, acessível aos homens de todas as classes sociais e de todas as crenças religiosas e políticas, com exceção daquelas que privam o homem da liberdade de consciência, restrinjam os direitos e dignidade da pessoa humana, exijam submissão incodicional aos ditames de seus chefes, ou façam deles instrumento de combate aos princípios da Maçonaria.

4 - A divisão da Maçonaria Simbólica em três Graus, universalmente adotados: Aprendiz, Companheiro e Mestre.

5 - A Lenda do terceiro grau.

6 - A Maçonaria tem por fim combater a ignorância em todas as suas modalidades. É uma escola que impõe este programa: Obedecer as Leis do País; viver segundo os ditames da Honra; praticar a justiça; amar ao próximo; trabalhar incessantemente pela felicidade do gênero humano e conseguir sua emancipação progressiva e pacífica.

7 - A proibição expressa de todo e qualquer debate sobre sectarismo político ou religioso, dentro de seus Templos ou fora deles, em nome da Maçonaria.

8 - A presença indispensável do Livro sagrado, do Esquadro e do Compasso em todas as Lojas.A par desta DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS, a maçonaria proclama, também, as seguintes normas sobre as quais se apóia: para elevar o homem aos próprios olhos e para torná-lo digno de sua missão sobre a terra, a Maçonaria proclama que o Grande Arquiteto do Universo deu ao mesmo, como o mais precioso dos bens, a LIBERDADE, patrimônio da humanidade, sintilação divina que nenhum poder tem o direito de obscurecer ou de apagar e que é a fonte de todos os sentimentos de honra e de dignidade.Desde a preparação ao primeiro Grau, a condição primordial, sem a qual nada se concede ao candidato, é a reputação de honra ilibada e de probidade inconteste.Aquele para qual religião é o consolo supremo, a Maçonaria diz: cultiva a tua religião, ininterruptamente; segue as aspirações de tua consciência. A Maçonaria não é uma religião nem professa um culto; quer a instrução livre. Sua doutrina se condensa neste princípio: AMA AO TEU PRÓXIMO.Para quem teme as discurssões políticas, a Maçonaria diz: eu condeno qualquer discussão sectária em minhas reuniões; serve fiel e devotadamente à tua pátria, sem esquecer os postulados de LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE e não indagarei de tuas preferências político-partidárias.O amor à pátria é perfeitamente compatível com a prática de todas as virtudes; a minha moral é a mais pura, pois funda-se sobre a primeira das virtudes: a SOLIDARIEDADE HUMANA.O verdadeiro Maçom prática o Bem e leva a sua solidariedade aos infelizes, quaisquer que sejam eles, na mediada de suas forças. O Maçom deve, pois, repelir com sinceridade e desprezo o EGOÍSMO e a IMORALIDADE. Os ensinamentos maçônicos induzem seus adeptos a dedicarem-se à felicidade de seus semelhantes, não porque a razão e a justiça lhes imponham esse dever, mais porque o sentimento de solidariedade é qualidade inata, que os fez filhos de Deus e irmãos de todos os homens, fiés observadores da lei do Amor Universal. Nestas condições, o objetivo do GRANDE ORIENTE DO CEARÁ é manter o constante progresso da Maçonaria, seu antigo e verdadeiro caráter de apostolado da mais alta moralidade, da prática das VIRTUDES, da LIBERDADE, da IGUALDADE e da FRATERNIDADE, por disciplina consciente, a fim de que os Maçons, ampliando todas as faculdades morais e espirituais, possam cumprir seus multiplos deveres e infudir, nos usos e costumes da sociedade civil a que pertençam, os são princípios da filosofia humanitária.

O Que é o Real Arco?

Por que o Real Arco?

Por E. Comp. Roy A. Wells, GDCA,
Escreva E. Domatic Chapter of Instruction Nº177
A.Q.C. vol. LXXVIII, 1965. (Condensação)
Tradução ao português: E. Comp. Alberto Victor Castellet.

Membro do Capitulo Atrium N° 04

Grande Escriba Esdra do Supremo Grande Capitulo dos Maçons da Ordem do Santo Arco de Jerusalém do Estado de São Paulo - Brasil
Este trabalho é dirigido ao Irmão para quem o Real Arco é desconhecido, ou para quem este Grau Supremo lhe foi apresentado como um grau supérfluo ou de escasso interesse.Ainda que muito se tenha escrito  sobre o Real Arco, para muitos Irmãos essas informações tem sido um tema relegado. Os Mestres Maçons estão continuamente chegando a um ponto em suas carreiras Maçônicas onde se perguntam: "Por que o Real Arco"? ou "Que é o Grau do Real Arco"?, ou ainda: "Que tem que a ver com o Maçonaria Simbólica?".Seu desenvolvimento Maçônico é estimulado ou interrompido de acordo com as respostas que recebe.Se o tema surge através de Irmãos que no sentido Maçônico estão esclarecidos a respeito, os que perguntaram naturalmente se beneficiarão da orientação e instrução. Porém, com freqüência essas perguntas poderiam estar sendo dirigidas àqueles que não estão bem preparados para responder adequadamente e suas limitações podem produzir uma influência adversa aos que poderiam ter achado no Real Arco uma inspiração maçônica completa ou talvez um caminho para ela.Uma curta resposta para estas perguntas seria: O Grau do Real Arco é a consumação do Terceiro Grau, ou seja, uma resposta apenas parcial.O Real Arco é na verdade a progressão natural da Franco - Maçonaria que prevê a obtenção dos "autênticos segredos", depois da adoção de certos segredos substitutivos, e como tal, realmente é uma parte integral da Maçonaria Simbólica.A Maçonaria Simbólica está relacionada com as circunstâncias da construção do Templo do Rei Salomão, o primeiro lugar fixo de adoração para o Deus de Israel, e o lugar onde a Arca da Aliança foi depositada depois da peregrinação pelo deserto. Disseram naquela ocasião: "Ele construirá uma Casa em Meu nome e Eu estabelecerei o trono de seu Reino para sempre". Para o Maçom o significado deste enunciado é que ele mesmo deverá erguer um Templo, "perfeito em suas partes e digno para o construtor".A História Bíblica nos ensina que depois da morte do Rei Salomão aconteceu uma rebelião, e as Doze Tribos foram divididas em dois Reinos. Dez das tribos constituíram Israel no Norte, enquanto que as outras duas formaram Judá no Sul. As dez tribos do Norte desapareceram quando foram levados em cativeiro por Sargon, Rei de Assíria. Judá, porém reteve sua identidade como Reino tributário, no princípio sob o domínio do Egito, e depois sob o jugo da Babilônia.Como conseqüência de uma falta no pagamento dos tributos para a Babilônia, a cidade de Jerusalém e o Templo foram destruídos por Nabucodonosor, Rei da Babilônia. Então o Rei de Judá, Joachim, junto com pessoas proeminentes de seu Reino foram conduzidos em cativeiro para a Babilônia. Só as classes baixas permaneceram lavrando as terras. Judá como nação sobreviveu durante este período de cativeiro, e quando a Babilônia caiu ante os conquistadores Persas, os cativos foram motivados para voltar a sua pátria.A Maçonaria do Real Arco trata do retorno a Jerusalém dos cativos sobreviventes e de seus descendentes. O tema principal está centrado na remoção dos escombros no lugar do Templo para preparar o terreno para as fundações do Segundo Templo. Nesta fase, nos é narrado como, em que circunstâncias especiais se recuperaram os "autênticos segredos".Lemos nas escrituras do profeta Ageu que o Segundo Templo não era tão importante, mas o foi, segundo o comentário que diz: "A Glória deste Templo será maior que o anterior". Desta declaração se deduz que em lugar do esplendor material do Templo de Salomão, surgiria um desenvolvimento espiritual que inspiraria idéias mais elevadas do Deus de Israel.

Antigüidade do Real Arco

A primeira referência impressa da Maçonaria do Real Arco aparece em Dublin (Irlanda) em 1743, em um jornal que continha o seguinte relato... "o Real Arco levado em procissão por dois Excelentes Maçons ".Não há nenhuma certeza si se estivesse referindo ao grau do Real Arco, mas em minha opinião provavelmente foi assim. Em 1744, foi publicado por Dassigny um artigo com o titulo "Um Estudo Sério e Imparcial na Causa da Decadência Atual da Franc - maçonaria, no Reino da Irlanda ". O mesmo continha referências ao grau do Real Arco, mas Dassigny não aceitou isto e pensou que era uma fraude. Porém, pouco tempo depois estava prosperando. Laurence Dermott, o segundo Grande Secretário dos Antigos, foi sempre um entusiasta do Real Arco a que descreveu como "a raiz, coração e medula da Maçonaria".O mais antigo registro escrito do Arco Real data de 1741, mas de nenhuma maneira isto implica que se originou naquele ano; é impossível assinalar uma data, e dizer que foi naquele ano que o Real Arco nasceu. É, porém, óbvio que um grau semelhante ao nosso Real Arco se pressupõe derivado do ritual do Mestre Maçom, e uma hipótese aceitável é que os segredos essenciais do Real Arco corresponderam a Venerança e foram conferidos ao V.M., não em sua Instalação, mas sim quando concluído o ano de seu mandato, e que era um certo tipo de recompensa que se dava pelos serviços prestado a Ordem, por desempenhar os onerosos deveres de Venerável Mestre de uma Loja.

Aquilo que se perdeu

O Mestre Maçom que está ansioso para realizar um progresso permanente em seus conhecimentos maçônicos, ou ao maçom inquisitivo, se pergunta sem dúvida alguma por que uma lenda que ilustra uma perda omite incluir a seqüência complementada de uma recuperação; por que a perda dos "verdadeiros segredos" é resolvida aparentemente pela adoção de certos segredos substitutivos, e que a relação destes segredos substitutivos seriam como aqueles que se perderam.O tema do nascimento, a vida, a maturidade, a morte e a ressurreição - ou esperança de sobrevivência em mausoléus imortais - está sem dúvida claro, mas certas frases no ritual da Ordem indicam que o tema não terminou dentro da Maçonaria Simbólica. É razoável assumir que o Mestre Maçom especulou com o fato de que a intenção na Cerimônia de Abertura é "procurar aquilo que foi perdido", porém, na Cerimônia de Encerramento desse grau há sempre uma referência que admite um fracasso nesta busca.Então, o V.M. declara que os segredos substitutivos que lhe foram regularmente comunicados são sancionados e são confirmados com a sua aprovação "até que o tempo ou as circunstâncias restabeleçam os verdadeiros".Talvez se tenha refletido sobre a resposta que foi dada a certos cúmplices quando eles exigiram a informação específica do Grande Mestre, que lhes falou: "sem o consentimento e a cooperação de mais dois mestres, não poderia nem haveria de divulgar os segredos que eles requeriam". "A paciência e o trabalho assíduo darão direito, em seu devido tempo, ao Maçom digno, de ser merecedor de conhecer esses segredos Quanto é o tempo devido?, e como se converte em um "Maçom digno" de respeito e de participar?O intento de obter os verdadeiros segredos, sem o devido direito, ou como diríamos hoje, o intento de conseguir algo em troca de nada, é uma tragédia que pareceria suscitar várias situações antigas para o questionamento. Os antigos recopiladores do ritual decidiram possivelmente que aqui havia um ponto de fratura, que poderia prover um elemento de satisfação para alguns Maçons. De qualquer modo isso é exatamente o que aconteceu e por certo demonstrou ser de alta conveniência para muitos membros.Enquanto o Mestre Maçom se detém a "pensar nestas coisas" - o verdadeiro Maçom Especulativo -, o Real Arco, ou para dar-lhe o título completo, a Ordem de Maçons do Real Arco, espera recompensá-lo até o limite de sua própria capacidade ou aptidão.

Devo ingressar?

O Candidato para a Iniciação na Maçonaria afirma entre outras coisas que, a confiança dele é depositada em Deus, que é induzido por um desejo genuíno de conhecimento e por um desejo sincero de converter-se em um ser mais útil no serviço de seus semelhantes.Como Candidato para o Real Arco, deverá apresentar-se " com um desejo de aperfeiçoar-se na Maçonaria e dedicar esse aperfeiçoamento à Gloria de Deus e ao bem da humanidade".Tal desejo de aperfeiçoamento só pode manifestar-se se durante o período de sua carreira na Ordem até esse momento, foi estimulado e foi alimentado em seu interesse na Maçonaria por seus proponentes, os Oficiais da Loja e os Preceptores da Loja de Instrução, todos aqueles cujo dever para com candidato é óbvio, sem esquecer jamais que em algum momento podem perdê-lo de vista.Se a Loja de Instrução é só uma "Loja de Ensaios" sem à parte da Instrução, o Ritual da Franc - Maçonaria se converte no ponto primordial e domina sob todos os outros aspectos; se o calendário da Loja não contém outra coisa que sucessivas cerimônias, se transforma em pouco tempo, em nada mais que um veículo para conseguir habilidade no ritual e dicção perfeita.Todos nós aceitamos que a Franco - Maçonaria é "um sistema  de moralidade velada na alegoria e ilustrada por símbolos". Isto requer de algum esforço para entender isso não só o que é expressado nos rituais , mas o que nos conduz a fazer.Se concordarmos que a Franc-Maçonaria nos provê as ferramentas, mas que a eleição das mesmas e o modo de usá-las reside totalmente em nós, sendo assim, a construção do "Templo dentro de nós mesmos” já começou.   A procura de "Aquilo que se perdeu"- a Palavra Perdida - realmente começou em um sentido Bíblico quando Adão caiu em desgraça e legou à humanidade esta procura perpétua.   Quando os construtores do Primeiro Templo em Jerusalém se desviaram do verdadeiro culto, o mito bíblico se tornou realidade. Porém, a Palavra permaneceu naquele mesmo lugar e quando é contada a maneira de seu redescobrimento e o reconhecimento ao privilégio para aqueles que o tornaram possível, o Real Arco mostra exatamente qual é para todos nós a verdadeira essência da Maçonaria.Quando um se encontra nessa procura, o Companheirismo do Real Arco deve ser recebido com beneplácito.Em outros tempos a entrada para um Capítulo do Real Arco era limitada àqueles que já tinham ocupado o cargo de Venerável de uma Loja. Na atualidade todo Mestre Maçom com uma antigüidade de mais de quatro semanas é elegível, mas os tronos dos Três Principais são restritos aqueles que já foram Instalados como Veneráveis Mestres de uma Loja. Porém, dentro do Capítulo existem outras posições ás quais o Mestre Maçom pode ter acesso depois de haver sido Exaltado no Real Arco.O Maçom entusiasta achará no Santo Real Arco muito do que estava procurando no terceiro grau, e além da grande ensinança simbólica e da imponente cerimônia, achará que entre os membros do Capítulo se encontram os mais ativos Obreiros da Franc-Maçonaria.A Maçonaria do Real Arco não é em absoluto excludente, competitiva, ou incompatível com nenhum dos Graus do Escocísmo, e a prova disto é que tantos Irmãos estão atuando simultaneamente em ambos os Corpos Maçônicos.