ENTIDADES

FRATERNIDADE FEMININA

A Fraternidade Feminina é uma Associação Civil Paramaçônica Feminina não iniciática, sem fins lucrativos, formada por mulheres de Maçons, assim consideradas aquelas com eles civilmente casadas, ou que com eles mantenham união estável. Também serão admitidas como fraternas, mães, viúvas, irmãs, filhas, e outras familiares de Maçons, tais como: enteadas, cunhadas, sogras, sobrinhas, tias, primas, avós e netas, desde que maiores de 18 anos de idade, além de antigas integrantes da Ação Paramaçônica Juvenil (APJ), Filhas de Jó Internacional, Meninas Arco Iris que destas tenham se desligado em função da idade. As mulheres, esposas de maçons pertencentes às potencias regulares e com tratado de mútuo reconhecimento, a depender do estatuto de cada Potencia serem filiadas, após sindicância, se assim for permitido. Da mesma maneira que mulheres de convivência das fraternas que tenham notável saber e perfil para desenvolver atividades da Fraternidade Feminina, poderão ser filiadas como fraternas, seguindo os mesmos critérios.

SUPREMOS CONSELHO

A Maçonaria é uma ordem iniciática, tradicional e universal, baseada na fraternidade. Ela constitui uma aliança de homens de boa moral, de todas as origens, nacionalidades, cultura e crenças. Os Maçons reúnem-se em Lojas – ou Ateliês – onde se reúnem periódica e ritualmente. O mais importante rito do mundo é o Rito Escocês Antigo e Aceito, que contém 33 graus. Os três primeiros são administrados pelas Grão Mestrado. Os restantes 30 graus (do 4º ao 33º Grau) são administrados pelo “Supremo Conselho do 33º”. Todos os Supremos Conselhos regularmente constituídos no mundo trabalham “para a Glória do Grande Arquiteto do Universo.” A sua divisa é “DEUS MEUMQUE JUS”. Estas instituições são definidas pelos textos fundadores, pelas Constituições de Bordéus de 1762, pela Grande Constituição de Berlim de 1786 e revista no Convento Internacional do Supremos Conselhos reunidos em Lausana em 1875. Cada Supremo Conselho tem a sua soberania plena no seu território, uma soberania plena e com total independência. Os Supremos Conselhos não interferem na legislação e administração do Grão Mestrado, e governam exclusivamente as oficinas do 4º ao 33º grau.